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Paulistanos pretendem consumir mais, diz FecomercioSP
São Paulo, 07 de Dezembro de 2018 ás 10h51

Otimismo com o futuro alavancou o crescimento do ICF em novembro. Dos sete itens analisados, cinco tiveram aumento e dois se mantiveram estáveis

O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 2,1% em novembro. O indicador passou de 87,5 pontos em outubro para 89,3 pontos no mês passado. Na comparação anual, houve crescimento de 8,2%. Em novembro de 2017, o índice marcava 82,6 pontos. O ICF varia de 0 a 200 pontos, sendo que os índices acima de 100 mostram satisfação em relação às condições de consumo.

Na pesquisa, 38% afirmaram que sua família e a população em geral tendem a consumir menos nos próximos meses. Há um ano, esse percentual era de 42%. Mesmo com o avanço do ICF, o índice ainda mostra insatisfação dos consumidores, já que está abaixo dos 100 pontos.

Dos sete itens analisados, cinco tiveram aumento e dois se mantiveram estáveis. O item Perspectiva de consumo foi o que registrou a maior elevação (4,4%), passando de 88,8 pontos em outubro para 92,7 pontos em novembro.

De acordo com a Federação, os paulistanos estão menos otimistas quanto ao presente. O item Nível de consumo atual avançou 2,4% em relação a outubro e atingiu os 60,4 pontos em novembro, ante os 59 pontos de outubro, mantendo um patamar de alta insatisfação. Contudo, na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 13,7%.

O item Acesso a crédito conseguiu se recuperar após sete quedas consecutivas. Em novembro, o índice obteve alta de 4,2%, passando de 84,7 pontos em outubro para 88,2 pontos em novembro. Em relação ao mesmo mês de 2017, a alta foi de 10,3%, mas ainda não conseguiu voltar ao patamar anterior a esse ciclo negativo: 94 pontos, em março de 2018.

O item Momento para duráveis passou de 56,6 pontos em outubro para 58,4 pontos em novembro, alta de 3,2%. Segundo a FecomercioSP, além de ser o item com pior avaliação do ICF no mês, foi também o que menos evoluiu em relação a novembro do ano passado (2,4%). Ou seja, ainda há uma maioria considerável (68,1%) que avalia como um mau momento para compras desses produtos do gênero.
Futuro

Os itens que conseguiram um crescimento maior estão ligados ao futuro: o item Perspectiva Profissional subiu 1,8%, passando de 115,5 pontos em outubro para 117,6 pontos em novembro, o patamar mais elevado desde março de 2015. Dos entrevistados, 55% acreditam que o responsável pelo domicílio terá alguma melhora profissional nos próximos seis meses – 5,5 pontos porcentuais a mais do que há um ano.

Os paulistanos também estão satisfeitos com as posições profissionais no momento. O item Emprego Atual ficou tecnicamente estável em novembro e se manteve com 110 pontos. Ou seja, a maioria diz que está mais segura no seu emprego em relação ao ano passado. Outro item que ficou tecnicamente estável foi o Renda Atual, permanecendo nos 97,8 pontos em novembro.
Faixa de renda

Na análise por faixa de renda, quem mais cresceu foi o grupo com renda superior a dez salários mínimos (SM), alta de 2,9%, ao passar de 92,5 pontos em outubro para 95,2 pontos em novembro, com forte influencia dos itens atrelados às perspectivas. Já no grupo com renda abaixo dos dez SM, a alta foi de 1,7% e se posicionou nos 87,3 pontos em novembro, ante 85,8 pontos em outubro. Contudo, quem mais evoluiu na comparação anual foi o grupo com renda mais baixa, 8,7% contra 6,7%.



No Varejo (06/12/2018)



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